The Prague Post - De Paris a Nova York, principais museus passam por grande transformação

EUR -
AED 4.025438
AFN 78.95839
ALL 99.102877
AMD 431.181992
ANG 1.961979
AOA 1003.890158
ARS 1184.765148
AUD 1.813586
AWG 1.97271
AZN 1.856256
BAM 1.955265
BBD 2.226591
BDT 133.983331
BGN 1.955265
BHD 0.415686
BIF 3277.602972
BMD 1.09595
BND 1.474297
BOB 7.619915
BRL 6.405394
BSD 1.102698
BTN 94.079252
BWP 15.358797
BYN 3.608812
BYR 21480.621092
BZD 2.215094
CAD 1.559263
CDF 3148.664282
CHF 0.944431
CLF 0.02729
CLP 1047.223391
CNY 7.980215
CNH 7.994938
COP 4582.94572
CRC 557.847326
CUC 1.09595
CUP 29.042676
CVE 110.23483
CZK 25.25683
DJF 196.376255
DKK 7.461443
DOP 69.64094
DZD 146.035033
EGP 55.788032
ERN 16.439251
ETB 145.347321
FJD 2.537011
FKP 0.848847
GBP 0.850992
GEL 3.013517
GGP 0.848847
GHS 17.092322
GIP 0.848847
GMD 78.35965
GNF 9543.388125
GTQ 8.510671
GYD 230.706859
HKD 8.520355
HNL 28.214278
HRK 7.531037
HTG 144.29051
HUF 405.950714
IDR 18351.683683
ILS 4.102536
IMP 0.848847
INR 93.736057
IQD 1444.604634
IRR 46139.49765
ISK 144.852118
JEP 0.848847
JMD 173.912403
JOD 0.776919
JPY 161.153959
KES 142.530992
KGS 95.094267
KHR 4414.791741
KMF 493.720804
KPW 986.355059
KRW 1599.54962
KWD 0.337323
KYD 0.918948
KZT 559.116978
LAK 23885.462925
LBP 98806.258284
LKR 326.960516
LRD 220.549639
LSL 21.028445
LTL 3.236056
LVL 0.662929
LYD 5.33354
MAD 10.502326
MDL 19.485667
MGA 5113.600488
MKD 61.518163
MMK 2300.773709
MNT 3844.693563
MOP 8.828084
MRU 43.977964
MUR 48.956393
MVR 16.875336
MWK 1912.176667
MXN 22.397607
MYR 4.862766
MZN 70.042408
NAD 21.028445
NGN 1679.894639
NIO 40.578894
NOK 11.801629
NPR 150.526803
NZD 1.958628
OMR 0.421635
PAB 1.102798
PEN 4.052091
PGK 4.551754
PHP 62.891089
PKR 309.568976
PLN 4.253336
PYG 8840.580472
QAR 4.0198
RON 4.97777
RSD 117.117947
RUB 92.974554
RWF 1589.165071
SAR 4.110175
SBD 9.114284
SCR 15.726868
SDG 658.111706
SEK 10.951061
SGD 1.474706
SHP 0.861245
SLE 24.932802
SLL 22981.52588
SOS 630.227517
SRD 40.162737
STD 22683.953439
SVC 9.649359
SYP 14249.363507
SZL 21.036243
THB 37.71384
TJS 12.003415
TMT 3.835825
TND 3.376876
TOP 2.566821
TRY 41.607529
TTD 7.469956
TWD 36.360884
TZS 2949.992633
UAH 45.388378
UGX 4030.896807
USD 1.09595
UYU 46.647233
UZS 14248.100519
VES 76.893516
VND 28280.991188
VUV 133.834699
WST 3.068196
XAF 655.777524
XAG 0.037037
XAU 0.000361
XCD 2.96186
XDR 0.815577
XOF 655.777524
XPF 119.331742
YER 269.220375
ZAR 20.960319
ZMK 9864.878247
ZMW 30.573632
ZWL 352.895471
De Paris a Nova York, principais museus passam por grande transformação
De Paris a Nova York, principais museus passam por grande transformação / foto: Bertrand GUAY - POOL/AFP

De Paris a Nova York, principais museus passam por grande transformação

O Museu do Louvre prepara uma nova ampliação para conter as multidões de turistas em frente à Mona Lisa, enquanto outros grandes museus ao redor do mundo estudam reformas para responder ao desafio do turismo excessivo ou da mudança climática.

Tamanho do texto:

"Diante da explosão do turismo, das preocupações com a segurança, da emergência climática e da revolução digital, nosso modelo está sendo questionado. Em todos os lugares, nossos parceiros internacionais estão repensando seus espaços", resume Laurence Des Cars, presidente do Museu do Louvre.

É o museu mais visitado do mundo, com quase 9 milhões de pessoas em 2024, das quais 80% são turistas estrangeiros, à frente do Museu Britânico, dos Museus do Vaticano e do Met em Nova York.

O plano de reforma prevê uma nova entrada para aliviar o congestionamento na pirâmide de vidro até 2031, e uma sala de exposição dedicada exclusivamente à Mona Lisa, com um ingresso de entrada adicional.

Dos 30.000 visitantes diários (limitados pela capacidade), 80% vão para ver a obra-prima de Leonardo da Vinci e... tirar selfies.

Em Madri, o Prado (3,5 milhões de visitantes em 2024) encontrou uma solução, abrindo todos os dias para "distribuir melhor a visitação"... e proibiu tirar fotos.

"Se 8.500 pessoas vão ao Prado todos os dias, isso significa 8.500 fotos no mesmo lugar, provavelmente em frente a 'As Meninas' de Velázquez ou 'O Jardim das Delícias Terrenas' de Hieronymus Bosch", explica o diretor.

- "Materiais sustentáveis" -

No Louvre, que tem 70.000 m² de área de exposição, também foi anunciado um plano de circulação completamente repensado, em um edifício reformado e equipado com novas salas, a um custo total estimado entre 700 e 800 milhões de euros (4,2 bilhões e 4,8 bilhões de reais) em dez anos, ou mesmo "um bilhão", de acordo com os sindicatos.

O Estado já anunciou que sua participação será mínima, "160 milhões de euros (961 milhões de reais) ao longo de 15 anos", segundo o Ministério da Cultura.

O museu terá, portanto, que levantar seus próprios fundos (bilheteria, patrocínio, licença de marca de Abu Dhabi) e também inovar com uma taxa de entrada mais cara para visitantes de fora da UE (30 euros ou 180 reais) a partir de 2026.

Em Londres, onde o acesso às coleções permanentes do museu é gratuito, mas as exposições temporárias estão sujeitas a uma taxa, a Galeria Nacional realizou grandes obras para marcar seu 200º aniversário.

O objetivo? A reforma completa de sua entrada para acomodar melhor seus visitantes (mais de 6 milhões por ano antes da covid e 4,2 milhões em 2023) e a criação de um espaço dedicado à pesquisa, além de um centro educacional.

O programa, de 85 milhões de libras (610 milhões de reais) visa tornar o museu mais eficiente em termos de energia e mais "resiliente aos impactos da mudança climática", de acordo com seus diretores.

- Nova estratégia -

Em Nova York, o Museu Metropolitano vem perdendo visitantes desde 2019.

Para remediar isso, renovou completamente sua ala dedicada aos mestres dos séculos XIV a XIX, uma das maiores coleções de pinturas europeias do mundo.

As claraboias no teto datam de 1939 e foram reformadas pela última vez na década de 1950. As obras, com um custo total de 150 milhões de dólares (868 milhões de reais), duraram cinco anos.

As coleções foram reorganizadas cronologicamente e ganharam nova iluminação por claraboias e luzes de LED no teto, em salas completamente repintadas, de acordo com seu diretor, Max Hollein.

Assim como seus colegas ansiosos por atrair um público mais jovem e diversificado, o Met adotou uma abordagem "menos centrada no Ocidente" para suas coleções, disse Hollein.

Após diversas obras adicionais milionárias, uma ala que abriga todas as artes da África desde 1932, assim como as da Oceania e das Américas antes da colonização europeia, será reaberta na primavera.

No ano passado, dedicou uma exposição inédita ao "Renascimento do Harlem", o primeiro movimento internacional de arte moderna fundado por artistas americanos negros.

O Met também abraçou a imersão em 2023, apresentando uma coleção de vestidos de seu departamento de moda com imagens sintéticas, patrocinada pela rede social TikTok, para sua exposição de primavera que coincide com sua gala onde as estrelas se reúnem.

V.Sedlak--TPP